Posts tagged ‘Astronomia’

25 de março de 2015

Meteoro na Austrália

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Cientistas australianos descobriram o que dizem ser a maior área de impacto de asteroide já encontrada.

A área tem 400 quilômetros de largura, está enterrada na crosta terrestre e deixou duas marcas distintas. A equipe responsável pela descoberta, da Universidade Nacional Australiana (ANU, na sigla em inglês), diz que o asteroide se partiu em dois pedaços pouco antes de acertar a Terra, com cada fragmento medindo mais de dez quilômetros.

Os cientistas acreditam que o impacto ocorreu há pelo menos 300 milhões de anos na região central da Austrália.
A cratera já desapareceu há muito tempo da superfície, mas os cientistas conseguiram encontrar,

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22 de janeiro de 2015

Óculos cria realidade holográfica

Com certeza esta é uma das invenções, ou um dos “brinquedos”, mais desejada pela população que não vive mais sem uma conexão com o mundo virtual. A reportagem a seguir fala do sobre o uso da tecnologia pela NASA na exploração espacial, mas sua utilidade não é limitada a isto como demonstra o vídeo ao final deste post. Não deixe de ver.

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Os pesquisadores do laboratório NASA Jet Propulsion se uniram com a comanhia Microsoft para criar um programa chamada OnSight, que irá trabalhar com os óculos HoloLens para ajudar explorar o Marte.

O programa OnSight é prevista para usar dados reais coletadas por rover Curiosity para criar uma simulação 3D do ambiente marciano, onde os cientistas da missão podem “manter reuniões” para o desenvolvimento futuro do projeto do Curiosity e estudos do Marte.

A Microsoft anunciou nesta quarta-feira (21) os óculos de realidade virtual HoloLens, que criam imagens holográficas em torno do mundo real.

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14 de dezembro de 2014

Escudo terrestre

Cientistas encontram um escudo invisível, no melhor estilo Star Trek, a milhares de quilômetros da Terra.
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O trabalho de uma equipe de pesquisadores da Universidade do Colorado em Boulder, nos EUA, se deparou com a descoberta de um escudo invisível.

Situado a 12 mil quilômetros da Terra, ele a protege dos chamados “elétrons assassinos”, ou seja, as partículas que circundam o nosso planeta a uma velocidade próxima a da luz e que representam uma verdadeira ameaça para astronautas, satélites e sistemas espaciais durante as tempestades solares.

“Sinceramente, quando vimos esta ‘barreira’ persistente que atuava contra os elétrons altamente energéticos na magnetosfera da Terra, ficamos totalmente perplexos e desconcertados. Era como se as rajadas de elétrons se chocassem contra uma parede de cristal no espaço”, afirma o professor Daniel Baker, responsável pelo estudo.

Esse escudo, no melhor estilo Star Trek, está localizado no interior dos cinturões de Van Allen, um par de anéis de elétrons e prótons de altíssima energia, descobertos pelo professor James Van Allen em 1958. Sobre isso, Baker explica que os cinturões reagem às mudanças de energia procedentes do Sol.Enquanto os especialistas tentam explicar as origens do escudo, uma das hipóteses mais prováveis diz que sua origem é influenciada pela plasmasfera,
a gigantesca nuvem de gás frio que se estende por milhares de quilômetros ao longo do cinturão de Van Allen.

14 de novembro de 2014

A possível formação de um exoplaneta

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Os astrofísicos conseguiram ver pela primeira vez, com ajuda do radiotelescópio ALMA, situado no Observatório Europeu do Sul, ESO, no Chile, o movimento da poeira e do gás do disco exterior para o interior no sistema de estrela dupla GG Tau.

Este processo pode resultar, afinal, na formação de um exoplaneta, isto é, planeta extrassolar, diz-se no artigo publicado na revista Nature.

A idade de GG Tau é igual tão somente a alguns milhões de anos. Esta sistema está a cerca de 450 milhões de anos-luz da Terra, na constelação de Touro. O GG Tau contém, da mesma forma que uma roda que está dentro de uma outra roda, um grande disco externo que circunda todo o sistema, assim como o disco interno da estrela central principal.

Os cientistas revelaram com ajuda do telescópio ALMA que o material principal é transferido do disco externo para o interno e que potencialmente isto pode resultar na formação de um grande exoplaneta.

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10 de novembro de 2014

ISS é “empurrada” por nave

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Se você assistiu ao filme Gravidade, sabe exatamente como funciona: mesmo uma pequena gota de tinta voando pelo espaço a 30.000 km/h pode causar uma catástrofe. Então quando um pedaço de detrito espacial com o tamanho de uma mão estava voando por perto da Estação Espacial Internacional (ISS) na semana passada, a Agência Espacial Europeia (ESA) ativou os propulsores de uma nave de reabastecimento atracada na estação, sendo essa a primeira vez que uma nave da ESA empurrou a ISS para fora do caminho do mal.

O responsável pelo resgate foi um Veículo de Transferência Autônomo (ATV, na sigla em inglês), uma nave de carga não tripulada que leva suprimentos e combustível para a estação espacial. Quando está atracada na estação, o ATV tem uma função importante: impulsionar a estação espacial para evitar que ela lentamente caia de volta para a Terra. Esses impulsos são meticulosamente planejados para manter a ISS em uma órbita estável.

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6 de novembro de 2014

Outro satélite natural da terra?

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Astrônomos descobrem asteroide que poderia ser a outra “lua” da Terra.

A Lua, tradicional companheira do planeta Terra por mais de 4 milhões de anos, poderá não ser o único satélite natural que nos orbita. Astrônomos detectaram a presença de um objeto próximo à Terra que também leva um ano para completar uma volta em torno do Sol.

Trata-se do asteroide 2014 OL339, que, com seus 200 metros de diâmetro, está suficientemente perto de nosso planeta para desempenhar o papel de um satélite natural. Ele foi encontrado acidentalmente pelo astrônomo Farid Char, da universidade chilena de Antofagasta, em meados deste ano e, desde então, tem sido objeto de estudo para os irmãos Carlos e Raúl da Fuente Marcos, especialistas da Universidade Complutense de Madrid, na Espanha.

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3 de outubro de 2014

Vales escondidos da Lua

Cientistas identificaram uma grande forma retangular enterrada logo abaixo da superfície da lua. A estrutura tem 2.500 quilômetros e seria um vestígio de vales antigos cercados por penhascos que posteriormente foram inundados por lava. Centrada na região lunar conhecida como Oceanus Procellarum, a estrutura só fica evidente em mapas gravitacionais adquiridos pela missão Grail da Nasa em 2012.

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Mas agora que sua existência é conhecida é possível identificar seu contorno sutil até em fotos comuns. Mare Frigoris, por exemplo, uma listra negra conhecida há muito tempo na superfície lunar é evidentemente uma parte do antigo sistema de vales lunar.

“É impressionante como essa estrutura é grande”, afirma o professor Jeffrey Andrews-Hanna, da Escola de Minas do Colorado.

“Ela cobre cerca de 17% da superfície da Lua. E se você pensar nisso em termos relativos ao tamanho da Terra, ele cobriria uma área equivalente à da América do Norte, Europa e Ásia juntas”, disse à BBC. 

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9 de agosto de 2014

Veja a superlua no dia dos pais

A Lua se encontrará no ponto mais próximo da Terra em sua órbita, no domingo, dia 10 de agosto, e os habitantes da Terra poderão assistir à superlua, declarou à Interfax o perito do Observatório Astronômico Principal, Serguei Smirnov.

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Segundo ele, a superlua é uma versão da lua cheia, que acontece 13 vezes por ano.

Devido ao fato da órbita da Lua não ser um círculo, mas uma elipse, o satélite pode se aproximar da Terra ou ficar longe.

“Quando as órbitas se aproximam ao máximo, na época da lua cheia, observamos uma Lua muito grande – esta é a chamada superlua. Tal fenômeno será registrado em 10 de agosto”, disse Smirnov.

A Lua será visível em tempo claro. Durante a superlua, o brilho da Lua parece três vezes mais forte do que o habitual.

Fonte: Voz da Rússia

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23 de maio de 2014

Bactérias em Marte e novas viagens

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Cientistas suspeitam que Curiosity levou bactérias terrestres para Marte

De acordo com cientistas norte-americanos, o rover Curiosity poderá ter transportado bactérias terrestres para Marte.

Segundo os cientistas, por enquanto, não se sabe se algumas bactérias sobrevivem após a desinfecção da nave espacial antes do lançamento, uma vez que é realmente impossível determinar tal fato.

No entanto, os investigadores descobriram que entre 377 espécies de bactérias há muitas que podem resistir a altas temperaturas e outros fatores extremos. Algumas delas ainda podem suportar doses elevadas de radiação.

O referido estudo foi apresentado em uma reunião anual da Sociedade Americana de Microbiologia. Segundo os cientistas, trata-se do primeiro passo para responder a perguntas sobre as chances de sobrevivência de bactérias em voos espaciais.

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8 de maio de 2014

14 bilhões de anos do universo em vídeo

A reportagem a seguir é de Pallab Ghosh da BBC News . Uma equipe internacional de pesquisadores criou a mais completa simulação visual de como o Universo evoluiu.

O modelo de computador mostra como as primeiras galáxias se formaram em torno de aglomerados da substância misteriosa invisível chamada matéria escura. É a primeira vez que o Universo é modelado de forma tão extensa e em tão grande resolução. A simulação fornecerá uma plataforma de teste para novas teorias sobre do que o Universo é feito e como ele funciona.

Uma das maiores autoridades do mundo na formação de galáxias, o professor Richard Ellis, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, descreveu a simulação como “fabulosa”.

O modelo de computador baseia-se nas teorias do professor Carlos Frenk, da Universidade de Durham, no Reino Unido. Ele disse que estava “satisfeito” que um modelo de computador tenha chegado a um

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